Campanha "Precisamos falar sobre o assassinato de bebês"

A cada ano aproximadamente 50 milhões de bebês morrem em decorrência do aborto [1].


Após uma campanha lançada pela revista brasileira TPM, "Precisamos falar sobre aborto", uma onda de celebridades, feministas e simpatizantes endossaram a ideia da necessidade de se legalizar o aborto no Brasil, baseando-se em estudos de pesquisadores pró-aborto, como Débora Diniz, da Universidade de Brasília, e em estatísticas da Organização Mundial de Saúde.



Se pensarmos que:

1. A Vida começa na Concepção, SIM!
Um zigoto humano tem muitas etapas no seu desenvolvimento semelhante a outros seres. Todavia, por mínima que seja a diferença, ainda assim é uma diferença, se não o produto do zigoto não seria um humano, mas qualquer outro ser [2]. Dentro do embrião humano há toda uma potencialidade do desenvolvimento de uma vida humana. Todas as proteínas e outras moléculas estão ali para a diferenciação celular e desenvolvimento de um ser humano. Não é uma "probabilidade". É POTENCIALIDADE! [3]. Ou seja, a partir da concepção começa a vida humana, sim!
Para reforçar, alguns trechos de livros de medicina adotados nas universidades americanas:

"Zigoto. Esta célula resulta da fertilização de um ovócito por um espermatozóide e é o início de um ser humano... Cada um de nós iniciou a sua vida como uma célula chamada zigoto." (K. L Moore. The Developing Human: Clinically Oriented Embryology (2nd Ed., 1977), Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)

"Da união de duas dessas células [espermatozóide e ovócito] resulta o zigoto e inicia-se a vida de um novo indivíduo. Cada um dos animais superiores começou a sua vida como uma única célula." (Bradley M. Palten, M. D., Foundations of Embryology (3rd Edition, 1968), New York City: McGraw-Hill.)

"A formação, maturação e encontro de uma célula sexual feminina com uma masculina, são  preliminares da sua união numa única célula chamada zigoto e que definitivamente marca o início de um novo indivíduo". (Leslie Arey, Developmental Anatomy (7th Edition, 1974). Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)

"O zigoto é a célula inicial de um novo indivíduo." (Salvadore E. Luria, M. D., 36 Lectures in Biology. Cambridge: Massachusetts Institute of Technology (MIT) Press)

"Sempre que um espermatozóide e um ovócito se unem, cria-se um novo ser que está vivo e assim continuará a menos que alguma condição específica o faça morrer:" (E. L. Potter, M. D., and J. M. Craig, M. D Pathology of lhe Fetus and lhe Infant, 3rd Edition. Chicago: Year Book MedicaI Publishers, 1975.)

"O zigoto (...) representa o início de uma nova vida." (Greenhill and Freidman's, Biological Principies and Modern Practice of Obstetrics)

2. Não é impor a própria opinião ou os próprios valores
Todos fomos dotados de livre arbítrio, isto é, temos a liberdade, radicada na razão e na vontade [4], de fazer escolhas. Algumas situações inibem nosso poder de escolha. Por exemplo, um viciado em drogas, quando sob a influência de narcóticos, não está exercendo seu livre arbítrio, pois há uma situação (drogas) que anula sua possibilidade de exercer racionalmente sua liberdade. 
O mesmo se passa com o aborto. Quando se aborta, a mãe está anulando a possibilidade da criança de futuramente exercer seu livre arbítrio. Portanto, não é impor a própria opinião ou inibir a liberdade de quem quer abortar, mas lutar para que seja exercida a liberdade dos bebês que não nasceram e não tiveram opção de escolher viver.

3.  No aborto alguém sempre morre.
Leis, assim como os 10 Mandamentos, não existem para limitar a liberdade individual, mas para permitir que esta seja exercida em sua plenitude. Proibir que se mate alguém é permitir que o outro continue vivendo. No aborto alguém sempre morre: o bebê. Legalizar o aborto é estimular, fomentar e compactuar com a privação da liberdade do ser humano não nascido e com sua morte prematura.

É hora de não nos calarmos e agirmos com uma campanha resposta: "Precisamos falar sobre o assassinato de bebês"

Tire uma foto com a frase abaixo impressa ou escrita e compartilhe nas redes sociais com a hashtag
#precisamosfalarsobreassassinatodebebes. Precisamos quebrar um tabu: o de que assassinatos são cometidos diariamente por mulheres que acham que exercem sua liberdade.



Referências
[1] Contador baseado nas estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS). Para saber o número estimado de bebês que foram impedidos de nascer até o momento, clique aqui.
[2] Biologia do Desenvolvimento – Scott F. Gilbert, 5ª. Ed
[3] Para entender um pouco mais o argumento da potencialidade, recomenda-se a leitura de "Bioética: Enfoque Filosófico", de Stephen Holland e Luciana Moreira Pudenzi
[4] Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 1731.

Indicações
- Documentário "Blood Money", de 2013: Português | Español 
- Documentário "O grito silencioso", de 1984; Português | Español

Apostolados

Agradecimentos
Obrigada Andrea Medrado por ter despertado a ideia do post e campanha.
Obrigada ao meu amigo biólogo Guga pelas explicações sobre embriogênese que você me forneceu em diversas situações.

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2 comentários

  1. Infelizmente, o melhor argumento contra o aborto é o econômico pois os abortistas são insensíveis e não respeitam a vida. A oração funciona também.
    http://www.nrlc.org/archive/news/2001/NRL01/laura.html

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