Porque você não precisa ser virgem para praticar a castidade

O tradutor do texto pediu gentilmente aos leitores para que rezem uma ave-maria por ele.




Em um comentário em um post sobre castidade que eu escrevi certa vez, um leitor deixou uma opinião desconcertante: "Eu não sou virgem, então acho que não posso praticar a castidade". Esse comentário feriu meu coração.

A pessoa que escreveu isso tinha rejeitado a castidade como algo irrelevante pelo fato de já ter tido uma experiência sexual — um sinal da concepção errada que diz que a castidade não foi feita para todos nós. Mas a castidade é uma virtude moral, que é adquirida, em parte, pelo "esforço humano." Você não tem que ser virgem para praticá-la. Eis o porquê:

Porque castidade não joga o passado contra você

A castidade é a integração bem sucedida da sexualidade na pessoa. É uma decisão que a pessoa faz de viver o sexo como um sinal físico sagrado dos votos que marido e mulher fizeram no altar, uma expressão da unidade alcançada pelo sacramento do matrimônio. Virgindade não é um pré-requisito para isso. Na verdade, a castidade praticamente não tem pré-requisitos para além da decisão de praticá-la - e isso é uma decisão que qualquer pessoa pode fazer hoje.

Porque a castidade não é somente para pessoas solteiras

Embora a castidade seja para pessoas solteiras, ela também é para pessoas casadas — aquelas sexualmente ativas. Suponha-se que a abstinência irá terminar para uma pessoa que se case, mas não se supõe que castidade irá terminar. Fora do casamento, a castidade implica abstinência sexual. No casamento, a castidade implica que nós não usemos nem abusemos uns dos outros; que nós defendamos a definição de sexo (um sinal físico sagrado); que preservemos os próposito do sexo — bebês e união — trabalhando com, e não contra, os nossos corpos  (e parte disso é rejeitando a contracepção).

Porque a castidade é para os que se amam

De acordo com São João Paul II, "só o homem casto e a mulher casta são capazes do verdadeiro amor." A virtude da castidade nos equipa para amar com autenticidade. Ela exige, promove e reforça as nossas habilidades para moderar o nosso comportamento, para governar nossos apetites, e transcender o desejo de usar uns aos outros — traços que fazem o amor possível. Somos chamados como cristãos a amar uns aos outros, como Cristo nos ama. Ele nos ama, independentemente de nossa histórias sexuais, e nós somos chamados a sermos castos, a partir de agora, apesar de tudo.

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