Contraceptivos: a indústria da morte

  • 13:55
  • By Modéstia e Pudor - Colaborador
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No último final de semana tive a oportunidade de participar de um curso sobre o Método Billings com instrutores do CENPLAFAN, núcleo de Cuiabá/MT. Foi fantástico conhecer mais sobre este belo método natural para viver o matrimônio em sua plenitude, de acordo com a doutrina da Santa Mãe Igreja, com a Vontade Divina e sem efeito negativo algum no organismo da mulher e na relação afetiva do casal que vive o Billings.

Mas meu intuito aqui não é explicar o método, o que seria de grande pretensão para uma mera iniciante na aprendizagem deste tesouro da Igreja. 
Desejo compartilhar com vocês um ponto que foi apresentado no curso pelas farmacêuticas que lá palestraram: o diabólico mundo do controle de natalidade através de medicamentos!

São imagens de propagandas e anúncios relacionados ao controle de natalidade e uso de medicamentos contraceptivos.


A imagem ao lado é tristemente verdadeira. A natureza da mulher a chama à maternidade, mas essa se rebela contra tamanho dom. Vê naquela criança indefesa um estorvo, virou inimiga de sua natureza, sua vocação tornou-se vilã dela própria. 





E se essas imagens não são diabólicas, tenho medo do que o seja! Vê-se que a imagem acima à direita não é moderna - a mentalidade do sexo reduzido à genital não é novidade. A mulher foi ludibriada pela modernidade: enquanto acredita ser livre pois pode ter relações quando e como desejar "sem consequências"; enquanto acredita que ser sexy é ser amada, ela na verdade se aprisiona a seus instintos, poupa o homem da função de homem, troca o amor pelo ódio.













A indústria farmacêutica vende "liberdade" às mulheres. Vende uma mentira! E não bastasse as adultas, este movimento diabólico está atingindo as moças cada dia mais jovens. A propaganda do Stezza mostra isso. Nossas adolescentes estão sendo privadas de viver sua adolescência. Transformam a menina em mulher, vendem a idéia de que sexo é prazer e filho é empecilho para a carreira profissional, tudo isso com uma MENTIRA! Afinal, o que há de natural em qualquer que seja o anticoncepcional?



A propaganda pode mentir, mas a bula acusa (ainda assim, nem sempre de forma honesta). Sobre isso, podemos conferir o vídeo do Padre Paulo Ricardo, que analisa várias bulas de remédio e desmente a farsa da indústria farmacêutica! (Assista!)

Enquanto nas propagandas se vende naturalidade, não interferência na libido, ausência de spotting e bem estar, podemos ver a verdade por trás disso.
Neste link há na íntegra Angela Márcia Selhorst e Silva Beserra - farmacêutica, doutoranda pela Universidade Federal de Mato Grosso, instrutora do Método de Ovulação Billings do CENPLAFAM - abordando o tema do anticoncepcional, o qual usarei agora. Portanto, trata-se de alguém que muito pesquisou sobre o assunto. Segue sobre algumas bulas de anticoncepcionais:


"Na verdade, os usuários de qualquer medicamento (inclusive anticoncepcionais), não buscam as informações de segurança (efeitos adversos) sobre os mesmos. EFEITOS NA SAÚDE DA MULHER: Só para citar um exemplo, a bula do Yasmim traz as seguintes orientações sobre efeitos adversos e precauções no uso deste anticoncepcional, retirado do site da Bayer, após download da bula para pacientes.


1) Estudos de longa duração sugerem que pode existir uma ligação entre o uso da pílula e um risco aumentado de coágulos arteriais e venosos, embolia, ataque cardíaco ou derrame.

2) Instabilidade emocional, depressão, perda da libido, enxaqueca, etc.

3) Câncer de mama, tumores no fígado, hipertensão, doença inflamatória intestinal como doença de Crohn, etc, etc, etc.

Isso é só um pouquinho de tudo que a bula traz. Aliás, ela é imensa."







E como de praxe, o movimento feminista nas redes sociais logo liga o alarme, na presença de qualquer tomada de decisão que na visão delas seja "opressor". O anúncio ao lado é exemplo disso.
Em contrapartida, existe uma página no facebook, Vítimas de anticoncepcionais. Unidas a favor da Vida, que mostra os danos reais de mulheres vítimas do medicamento.







  Mas o que, de fato, a pílula faz no organismo?


Para isso, segue novamente trecho do artigo escrito pela Angela:

Um dos efeitos (mecanismo de ação) da pílula, é impedir a implantação do óvulo fecundado (caso o anticoncepcional tenha falhado em impedir a ovulação). Isso ocorre por dois motivos:

1) eles alteram a espessura do endométrio (parede do útero), tornando-a mais “fina”. Neste caso, o óvulo fecundado não conseguirá se implantar. Inclusive este também é um dos mecanismos de ação das pílulas do dia seguinte (uma combinação de hormônios contraceptivos em altíssima dose).


2) eles alteram a expressão de moléculas de adesão (integrinas, ou marcadores de receptividade endometrial) importantes para que o óvulo fecundado se ligue na parede do endométrio e posteriormente se implante. Essas moléculas funcionam como um “adesivo” que aprisiona o óvulo fecundado para posteriormente implantá-lo no útero. Portanto, sem esse “adesivos”, o óvulo fecundado é perdido num sangramento que a mulher acha que foi uma menstruação.

Neste artigo o autor conclui que as alterações na expressão dessas integrinas prejudicam a receptividade uterina e é um mecanismo pelo qual os anticoncepcionais exercem suas ações contraceptivas.


Outro efeito já relatado, e que também consta nas bulas, é o risco de gravidez ectópica (gravidez fora do útero, ocorrendo nas trompas). Isto ocorre porque os anticoncepcionais interferem na motilidade das trompas. Essa motilidade é importante para permitir o deslocamento do óvulo (fecundado nas trompas) para o útero. Infelizmente muitos médicos ainda negligenciam estas informações e após uma gravidez ectópica, a mulher precisará remover a trompa onde ocorreu essa gravidez. (http://www.bmj.com/content/321/7258/450.1?variant=full-text)
Portanto, todos esses fatores levam aos ABORTOS OCULTOS.


Já existem diversos artigos publicados sobre o efeito pós-fertilização da pílula e recomendo a leitura deste que foi publicado por um médico americano, Walter Larimore: http://triggered.clockss.org/ServeContent

Ao final do artigo, após as referências bibliográficas, ele traz uma nota contando sua trajetória como médico na busca das evidências médico-científicas para o efeito pós-fertilização dos anticoncepcionais. Fiquei encantada com um trecho desta nota:
“Quanto mais pesquisei, mais preocupado fiquei com os meus resultados... Finalmente, depois de muitos meses de debate e de oração, eu decidi, em 1998, parar de prescrever a pílula. Enquanto médico da família, a minha carreira tem sido comprometida com cuidado da família, desde a concepção até a morte. Desde que as evidências indicaram-me que a pílula pode ter efeito pós-fertilização, senti que não podia mais, em sã consciência, prescrevê-lo, especialmente porque existem alternativas viáveis, especialmente um dos métodos modernos de planejamento familiar natural.... Então, essa é uma pesquisa que mudou a minha alma e minha prática. Ele tem sido um problema extraordinariamente difícil com a qual tive de lutar.” (Dr. Walter L. Larimore)




Enquanto isso, ao invés das pessoas falarem sobre castidade, matrimônio, família, fidelidade e amor, fala-se de prazer, proteção, reduzindo o sagrado a mero objeto!

Lutemos contra esta onda diabólica da morte! Conheçam o método Billings e vivam-o!
Oremos e santifiquemos nossas famílias!
Deus nos abençoe!
Salve Maria!
Carol

 "A família é o santuário da vida"

- São João Paulo II

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