Que raios de feminismo é esse?





Fallon Fox é um homem que não se identifica com seu sexo, portanto se diz do “gênero” feminino e hoje concorre no mesmo patamar que mulheres no MMA. Ignorem as diferenças fisiológicas entre homem e mulher. Nada de falar que os homens desenvolvem corações e pulmões maiores que o das mulheres, ou que a estrutura óssea e a força muscular masculina é maior que a feminina após a puberdade. 

Caitlyn Jenner era Bruce Jenner até pouco tempo atrás. Bruce era um medalhista olímpico americano, tem seis filhas de três casamentos e, em 2015, aos 66 anos, se descobriu transgênero e identificado com o gênero feminino. A revista Glamour premiou Caitlyn como uma das 4 MULHERES do ano.


O feminismo, em sua primeira onda, na verdade rotulado por muitos como “sufragismo”, nasceu com a ideia de reivindicar direito ao voto e a valorização da mulher perdidos após a consolidação da classe burguesa. O feminismo de segunda onda, de raíz marxista, buscou a liberação sexual feminina e sua igualdade em vícios com o homem. Ao invés de lutar para que o homem se tornasse tão virtuoso quanto uma mulher, a luta era para a mulher ser tão promiscua quanto o homem. Quando coloco “homem” e “mulher”, obviamente estou adotando uma terminologia generalizada. Não são todos os homens promíscuos nem todas as mulheres castas. Fato é que, nos tempos históricos em que mais se destacou o cristianismo, menos a mulher encontrou desvalorização. Basta comparar os núcleos pagãos pré-medievais com os períodos mais áureos da Idade Média, ou então analisar as civilizações em seus períodos mais cristianizados com outras sociedades não cristãs, orientais. A mulher encontra mais liberdade, valorização e equidade em locais que o Cristianismo está mais desenvolvido e aflorado. É por isso que a época que a burguesia começou a se consolidar, coincide com a época em que o cristianismo começou a perder espaço, e a mulher começou a perder direitos.



O problema do feminismo de segunda onda (muito diferente do feminismo de primeira onda, por muitos, aliás, nem denominado “feminismo”) é negar o feminino ao invés de valorizá-lo, além de buscar uma transformação material no lugar de uma transformação espiritual. Ao querer se igualar ao homem em tudo, desvaloriza-se o que é essencialmente feminino. Ao tentar equipar-se aos problemas encontrados em muitos homens, anula-se a oportunidade de transformar os erros em acertos, os vícios em virtudes. O nivelamento é “por baixo”; não pelo que é mais elevado, mas pelo que é mais vil.



Da segunda onda feminista vem a chamada “Ideologia de Gênero” (não, não é “teoria”, é ideologia!). A desvalorização do “ser mulher” leva a uma negação da realidade. Não basta querer ser igual ao homem, é preciso negar as diferenças anatômicas, fisiológicas, psicológicas e emocionais, bem como o reflexo que todos esses itens têm na sociedade. Ignora-se a mulher, para colocar o homem como parâmetro de igualdade. As diferenças que poderiam ser usadas como engrenagens que se encaixam para uma máquina funcionar – analogia para a integração de homem e mulher na vida social – são amputadas, negadas, esquecidas. 

Então eu me pergunto... Aquele “feminismo” sufragista, que buscava resgatar a dignidade feminina perdida, onde está ele? 

Este é o problema de levar o feminismo às últimas consequências... Quando colocamos no mesmo patamar homem e mulher, caímos em uma inferiorização da mulher. O homem acaba, de algum modo, se sobressaindo.

Sim, eu sei que para as feministas este não é um movimento monolítico, mas de várias vertentes. O que não se pode negar é que mesmo as vertentes mais “conservadoras” contribuem de algum modo para endossar a ideologia. Apenas se intitular “feminista” mostra que você está de acordo com a igualdade ilimitada entre os sexos. Com a falta de bom senso, chegamos ao absurdo do feminino ser desvalorizado pelas mesmas pessoas que buscavam “valorizá-lo”.

Se queremos que as mulheres encontrem seu espaço na sociedade, é preciso, primeiro, enxergar e aceitar a realidade. Aceitar a moral cristã e negar o feminismo são consequências disso.

You Might Also Like

3 comentários