Notas sobre sexo e catolicismo

Notas sobre sexo e catolicismo

Não vou enrolar, vou direto ao ponto: o mundo está uma bagunça em termos de ideias e valores e a maioria das pessoas (católicas ou não) estão no bojo desse caos sem entender muito sobre quase nenhum assunto, especialmente o sexo. Entre católicos, falar sobre isso ora vai para o lado do tabu e puritanismo, ora vai para o lado da permissividade e banalidade sexual. De um lado, há pessoas que chegaram ao casamento (e estão nele) achando que sentir prazer na relação sexual é “um mal necessário” e que procurar maneiras de melhorar a vida sexual pode ser pecado. Do outro, há aqueles católicos que usam contraceptivos artificiais e acham que assistir pornografia é normal. Falta equilíbrio e bom senso. Falta doutrina!

 

As consequências da falta de estudo doutrinal e extremismos no campo sexual

Há possíveis consequências do entendimento errado das questões sexuais. São elas:

- Ter relações sexuais antes ou fora do casamento

- Dificuldade em ter relações sexuais, sentir prazer e desejo de ter essas relações

- Enxergar o sexo como obrigação, especialmente depois que nascem os filhos

- Esfriamento da relação conjugal e tendência (especialmente masculina) de buscar através da masturbação e pornografia maneiras de suprir os próprios desejos

- Achar que preliminares sexuais são erradas

- Achar que as relações sexuais são estritamente para gerar filhos

- Achar que contraceptivos artificiais podem ser utilizados, já que o “mundo mudou”

- Aceitar como certo comportamentos afetivos e sexuais grosseiros e que ferem a dignidade humana

 

Por questões culturais (e também com raízes biopsicológicas), as mulheres são as que mais sofrem com o entendimento errado sobre a sexualidade humana. Há um tabu sobre esse assunto e muitas ainda acham que é errado sentir prazer ou buscarem maneiras de melhorar a relação sexual. As que se casam virgens, muitas vezes saem traumatizadas da noite de núpcias, tanto por romantizarem um assunto que deveria ser aprendido da maneira real e correta, quanto pela falta de tato do esposo, que também deveria aprender a lidar com essa questão e não teve formação suficiente. Outras sofrem com travas mentais que colocaram para si mesmas devido à educação repressiva que tiveram quando crianças. Há ainda as que aceitam qualquer coisa que o marido mandar ou fizer, por não saberem dialogar e se posicionar acerca do que realmente é bom para elas.

 

O que realmente diz a Doutrina sobre esse assunto

A relação sexual serve para unir o casal e permitir a geração de filhos (CIC 2369). “Permitir” porque nem todo casal consegue naturalmente ter filhos e isto não invalida nem o casamento, nem a relação sexual. Segundo o CIC (2362), “os atos com os quais os cônjuges se unem são honestos e dignos; realizados de modo autenticamente humano, exprimem e alimentam a mútua entrega pela qual se enriquecem um ao outro com alegria e gratidão”.

 

São Tomás de Aquino na Summa Teológica elucida muito bem a questão do prazer sexual e se há pecado em sentir ou buscar prazer no ato sexual:

“Os prazeres fundados num ato racionável não obstruem a razão nem destroem a prudência; mas os prazeres estranhos, como os corpóreos, são os impedientes do uso da razão, segundo se disse. E isto ou por contrariedade do apetite, que repousa no repugnante à razão e torna o prazer moralmente mau; ou por uma certa obstrução da razão, como no concúbito conjugal onde, embora o prazer seja racional, impede contudo o uso da razão por causa da alteração corpórea concomitante. Mas daí não resulta a malícia moral, assim como o sono, impediente do uso da razão, não é moralmente mau, se a ele nos entregamos conforme a razão o exige; pois, esta mesma exige que às vezes fique travado o seu uso. Dizemos contudo que a obstrução da razão, proveniente do prazer do concúbito conjugal, embora não implique malícia moral, porque não é pecado mortal nem venial, provém, entretanto, de uma certa malícia moral, a saber, do pecado do nosso primeiro pai; pois, no estado de inocência não era assim, como é patente pelo já dito na primeira parte” (Fonte)

 

Quando Santo Tomás menciona o “estado de inocência” antes do pecado original, quer dizer que, antes do pecado, o prazer sexual era muito maior que o que temos hoje.

 

“Os animais são desprovidos de razão. Eis o motivo por que o homem se torna animal na união carnal: porque não é capaz de moderar pela razão o prazer da união carnal e o ardor da concupiscência. Mas no estado de inocência não teria havido nada que não fosse moderado pela razão; não, como dizem alguns, que o prazer sensível aí teria sido menor. O prazer sensível, com efeito, teria sido tanto maior visto que a natureza estava mais pura e o corpo mais sensível.” (Suma Teológica I, q.98, a.2)

 

Isto pode nos levar a afirmar que, quanto mais próximo da graça de Deus estiver um casal, maiores são as chances de terem mais prazer na relação sexual. Isto não impede, todavia, que o casal busque maneiras de melhorar a relação sexual ou as preliminares destas, desde que o ato esteja “aberto à vida” ou “possível de se gerar vida” (já vamos explicar melhor essa parte).

 

Quem deseja entender melhor como a Igreja enxerga a sexualidade humana, sugere-se recorrer aos escritos de São João Paulo II na sua genial “Teologia do Corpo”. Alguns autores aprofundam e explicam melhor o que traz este querido papa e o que afirma toda a doutrina e tradição católica sobre o tema. É o caso do padre brasileiro João Mohana (também médico e psicólogo), que antes mesmo da Teologia do Corpo já escreveu muito sobre a sexualidade humana segundo a Ciência e a Igreja, e do estudioso americano Christopher West, especialista nos escritos de S. João Paulo II.

 

No livro “A vida sexual dos solteiros e dos casados”, João Mohana explica que a relação sexual em si mesma já é uma oração a Deus, assim como o fato de fazermos um trabalho bem feito ou nos divertirmos durante um final de semana:

“É pena que Fritz Kahn não conhecesse a teologia cristã do casamento. Se tivesse conhecido, não teria achado ‘um dos traços mais bonitos da cultura humana a prescrição da religião dos parses, que manda o homem orar antes de unir-se à mulher’. O cristão não ora antes de se unir a mulher, nem ora durante a união, nem depois. O cristã ora ATRAVÉS da união sexual, COM a união sexual, NA união. A própria união é uma oração.”

 

Deus quis esse encaixe perfeito entre homem e mulher. Ele criou isso! Não faz o mínimo sentido nós recusarmos o sexo em si e o prazer advindo disso como um pecado. O pecado nos afasta de Deus. A relação sexual, dentro do sacramento do matrimônio, nos aproxima Dele. São coisas opostas.

 

Por fim, ainda sobre o prazer sexual, explica o Padre João Mohana no livro “Céu e carne no casamento”:

"Dentro da faixa de normalidade, o casal possui ampla liberdade de expressões eróticas aptas a saciar qualquer psiquismo sadio, qualquer corpo sensível, qualquer espírito cultivado. Todas as manifestações, todas as carícias, inclusive orogenitais, toda a linguagem física do amor compatível com a higiene, todas essas estão ao alcance de qualquer casal que gosta de sexo, mas não ambiciona deixar o sexo destruir o amor, liquidar o casamento."

 

Neste sentido, o Prof. Felipe Aquino e o blog O Catequista explicam melhor sobre esse assunto.

 

Em suma, a questão é: o sexo existe para união e procriação. Essas são as duas finalidades da relação sexual. Ela serve para unir o casal (há inúmeros hormônios envolvidos e as pessoas se sentem mais conectadas a outra depois da relação sexual) e também para a procriação (no caso da mulher estar em seu período fértil). Todo ato sexual é imoral quando quebra uma destas finalidades. Então, se a relação acontece antes ou fora do casamento, ela quebra o vínculo de união do casal. Quando a Igreja afirma que todo pecado tem uma consequência não significa que isso seja um peso na consciência, um “sentir-se mal”. A consequência do pecado é REAL. No caso, fora do casamento, o sexo faz as pessoas se sentirem usadas, machucadas, fomenta a busca do prazer egoísta, abre possibilidade para crianças nascerem fora de uma família (portanto com menores chances de ter um desenvolvimento saudável), além de estimular uma sociedade egocêntrica, utilitarista e bagunçada. Já o uso da contracepção que inibe a possibilidade de gerar novas vidas (como é o caso do DIU, camisinha e anticoncepcionais), a união torna-se apenas troca de prazer. Não é errado trocar prazer, como já foi explicado, o problema é quando o sexo não tem também a possibilidade de gerar uma vida. A longo prazo, o casal começará a desenvolver uma relação utilitarista, de descarte. O amor de doação, aquele de morrer pela outra pessoa se for preciso, de deixar de fazer a própria vontade para o bem do outro, é cada vez mais enfraquecido. É algo que acontece sem o casal perceber. É uma consequência real do pecado da contracepção.

 

É por isso que a Igreja permite, sim, o planejamento familiar através do espaçamento entre gravidez, mas utilizando-se de mecanismos naturais, como o Craighton Model e o Método Billings. Christopher West já escreveu um texto genial sobre o assunto.

 

Resumindo e fundamentando as respostas

 

- Ter relações sexuais antes ou fora do casamento

É errado pois o sexo é unitivo e procriativo (não dá para separar essas duas dimensões) e qualquer relação fora do sacramento do matrimônio impede a realização destas dimensões sexuais. Se for sexo casual ou em um namoro, o casal pode se sentir mais unido, mas, como estes não são relacionamentos permanentes*, esta união é quebrada pela dissolubilidade e utilitarismo. O resultado são pessoas machucadas, feridas, usadas e utilitaristas, que tendem a usar os outros (não somente em questões sexuais) para benefício próprio. Filhos que possam nascer destas relações passageiras não terão uma estrutura familiar sólida para os educar. Além disso, podemos citar que vários problemas relacionados à pobreza, depressão, uso de drogas e prostituição podem ter suas raízes em famílias desestruturadas. Uma família desestruturada geralmente vêm de um casal que não entendeu e não viveu a real dimensão do sacramento do matrimônio e da sexualidade segundo a Igreja.

* Um namoro pode se romper a qualquer momento e o sexo casual, como o próprio nome diz, é casual, não está em um relacionamento estável

Leia: O verdadeiro sentido da vida está no sexo e 3 dicas para viver a castidade

 

- Dificuldade em ter relações sexuais, sentir prazer e desejo de ter essas relações

Neste extremo próximo ao puritanismo estão pessoas que criaram um bloqueio psicológico em relação ao ato sexual e, por diversas razões, não conseguem ter desejo ou sentir prazer no sexo. É aconselhável que se procure terapia especializada e ajuda na internet para melhorar a vida sexual. Práticas como o pompoarismo (também chamado de Exercício de Kegel), por exemplo, pode ajudar a melhorar a saúde sexual feminina. Tome cuidado para que o casal não olhe um ao outro como “seres espiritualizados”, “anjos”, “intocáveis”. Muitos não conseguem sentir desejo pelo esposo(a) por conta da pessoa passar uma imagem “espiritualizada demais”. Mulheres, vocês são mulheres e esposas, não meninas. Usem e abusem de roupas e lingeries de mulheres. Se vistam bem, se perfumem, se arrumem. Idem para os homens. Se beijem durante o dia, cultivem o afeto. Nós somos seres humanos, não anjos nem repolhos.

Leia também: Carência afetiva feminina

 

- Enxergar o sexo como obrigação, especialmente depois que nascem os filhos

Mais uma vez nos deparamos com mulheres que reprimiram a própria sexualidade por conta de um entendimento errado dessa questão e não se permitem sentir prazer nas relações sexuais. É claro que com o nascimento dos filhos, maiores são as obrigações de homem e mulher no matrimônio, mas a relação conjugal (base da família) não pode, em momento algum, ser descuidada. Nesse sentido, como famílias cristãs, precisamos ser exemplo para o mundo. A Igreja não mete o bedelho no que o casal faz entre quatro paredes. A única recomendação é que o ato sexual seja aberto a vida (nos links d’O Catequista e do Prof. Felipe Aquino há explicações mais aprofundadas sobre isso). É esperado que um casal católico seja mais afetuoso, unido e até mais praticamente de relações sexuais do que qualquer outro casal, exatamente porque cumprimos o que a Igreja nos pede.

Leia: Quem está matando a família é a própria família

 

- Esfriamento da relação conjugal e tendência (especialmente masculina) de buscar através da masturbação e pornografia maneiras de suprir os próprios desejos

A masturbação, longe de ser um autoconhecimento, tende a fazer a pessoa idealizar o ato sexual, principalmente quando utiliza-se da pornografia para ser realizada. Uma pessoa acostumada a isso tende a se distanciar cada vez mais do sexo real, com a esposa ou esposo. A relação sexual entre um casal nem sempre vai ser boa. Principalmente no começo, haverá dificuldades, vergonha e escrúpulos. Aos poucos o casal se ajustará, mas é preciso paciência e boa vontade de ambas as partes. Se o casal - tanto homem quanto mulher - não conversam, não se entendem e não se realizam plenamente na relação sexual, pode haver uma tendência de ambos buscarem a plena satisfação em atos ilícitos e uma tendência da relação de ambos se desestruturar. Se o casal não está bem, a família como um todo irá cair. É por isso que não é contrário a doutrina que o casal busque se realizar sexualmente, desde, é claro, que não se busque essa realização através de situações contrárias à dignidade humana (como a pornografia, por exemplo, sexo grupal e outras anormalidades).

Antes do casamento não busque na masturbação uma maneira de aliviar seus desejos e curiosidades. Não tenha medo de que na noite de núpcias ou nas primeiras relações sexuais você “desempenhe um papel ruim”, até porque este vai ser um ato entre você e seu cônjuge. Deixe algumas curiosidades para serem satisfeitas depois que você se casar. Se aconselhe com amigos casados e bem formados, sim, mas há coisas que somente a prática pode responder. Tenha paciência. Se concentre em achar uma pessoa decente para se casar e lembre-se que casamento não é só sexo!

Leia: Santidade quotidiana no matrimônio

 

- Achar que preliminares sexuais são erradas

As preliminares são necessárias, especialmente para a mulher, para que esta tenha a lubrificação necessária para a relação sexual não doer e ser prazerosa. Segundo o Prof. Felipe Aquino, elas são necessárias para que o ato sexual não se transforme em algo mecânico e animalesmo. São elas que humanizam o sexo. É importante que homens e mulheres conheçam sobre esse assunto já no noivado, busquem materiais teóricos sobre a anatomia e fisiologia feminina e masculina, conheçam sobre questões psicológicas da mulher e do homem no que se refere à sexualidade e estudem até questões mais práticas sobre o sexo em si (tudo em termos teóricos, claro). De preferência, que também peçam aconselhamento a amigos casados e bem formados. Muitos casais que não tiveram essa preparação chegam a Lua de Mel perdidos e saem da viagem decepcionados com a experiência sexual que tiveram. Mas atenção para nosso alerta: busque estes materiais no noivado! Antes disso pode ser curiosidade inapropriada.

 

- Achar que as relações sexuais são estritamente para gerar filhos

Como vimos, o sexo é unitivo E procriativo. Nem só uma coisa, nem só outra. As duas dimensões são impossíveis de se separar. Leia mais sobre isso na encíclica “Humane Vitae” do Papa Paulo VI.

 

- Achar que contraceptivos artificiais podem ser utilizados, já que o “mundo mudou”

A encíclica “Humane Vitae” do Papa Paulo VI explica muito claramente as consequências da separação das dimensões unitivas e procriativas do sexo. Por mais que o mundo tenha mudado, o ser humano continua o mesmo em sua essência e as consequências do pecado, também. No link “Perguntas e respostas” há uma explicação mais detalhada sobre essa questão.

"Pense em como o sexo está interligado com a própria realidade da existência humana. Você simplesmente não existiria sem a união sexual entre seus pais... e os pais deles... e os pais deles. Sua existência depende de uma cadeia de milhares e milhares de indispensáveis uniões sexuais que se ligam ao princípio da história humana. Volte algumas gerações na árvore genealógica e remova (ou esterilize) apenas uma união sexual em sua linhagem e você não existiria. Assim como não existiria nenhum descendente a partir daquele ponto da árvore genealógica. O mundo seria um lugar diferente. Quando nós brincamos com o plano de Deus para o sexo, nós estamos brincando com a corrente cósmica da existência humana" (Teologia do Corpo para Iniciantes, Christopher West, Editora Cultor de Livros, p. 36)

 

 - Aceitar como certo comportamentos afetivos e sexuais grosseiros e que ferem a dignidade humana

Mulheres e homens que não entendem a própria dignidade, que passaram por situações de vida traumatizantes e que não vivem realmente a fé, podem achar normal o comportamento de um marido machista e grosseiro ou de uma esposa mandona e egocêntrica. A Igreja nos pede empatia e caridade na vivência do matrimônio. Não há receitas. Há a busca por fazer a outra pessoa feliz, mesmo se for necessário que nos mortifiquemos, que vez ou outro deixemos nossos gostos pessoais de lado, que façamos coisas mesmo sem vontade, só para ver a outra pessoa bem. Grosserias, falta de gentileza, falta de delicadeza e afeto, pedidos afetivos ou sexuais inadequados não são típicos de um bom católico, por isso merecem ser rechaçados. Se você sofre disso, é hora de uma conversa séria com seu cônjuge e de buscar ajuda espiritual e profissional para que seu casamento não desmorone. Leia também: Submissão no casamento e Submissão e relações sexuais

 

A importância de falar sobre esse assunto

 

Se não falarmos sobre sexo da maneira correta, as pessoas aprenderão da maneira errada. Isso é especialmente pior na adolescência, devido à imensa possibilidade de filmes, séries e material sobre o assunto que há na internet. Faltam grupos de estudo, apostolados, vídeos, pessoas para quebrar o tabu que há na Igreja de falar sobre sexo.

 

Falar sobre isso da maneira correta requer contextualizar a sexualidade e a relação sexual dentro da vida humana. O sexo é apenas uma parte do ser humano. Há a dimensão psíquica, que é nutrida pelo bom gosto, pela arte, pela boa música, por bons livros, bons filmes, museus, viagens construtivas, voluntariado e experiências de vida edificantes. Há a dimensão física, abastecida pela prática de esportes, pelo cultivo de um hobbie, por experiências sensoriais na natureza, no campo, na praia, em montanhas. Há a dimensão espiritual, formada pelos sacramentos, por formações doutrinas, por orações e diálogos com Deus. O sexo é um pedacinho de toda essa trama. Se falamos só sobre sexo, corremos o risco de nos tornarmos sexocêntricos. Se não falamos dele, corremos o risco das pessoas entenderem errado esse tema e, por entenderem errado, destruírem outras dimensões da vida humana.

 

Se forme, estude, entenda o que a Igreja fala sobre isso. Busque também crescer em outros aspectos da sua vida, como citamos no parágrafo anterior. Leia os livros que indicamos. Se você não tem dinheiro para comprar o livro, deixe de comer um lanche por um final de semana e compre um livro por mês, mesmo que seja usado. Empreste dos amigos, da biblioteca. Leia um pedacinho por dia. Em pouco tempo você terá formação útil para seu crescimento como católico e como ser humano.

 

Leia: Como falar sobre sexo com seus filhos

 

 

Livros

 

Para todo mundo:

A vida sexual dos solteiros e dos casados, Padre João Mohana

Teologia do Corpo para iniciantes, Christopher West

270 perguntas sobre sexo e amor, Rafael Llano Cifuentes

 

Para noivos e casados:

Céu e carne no casamento, Padre João Mohana

Ajustamento Conjugal, Padre João Mohana

Não basta amar para ser feliz no casamento, Padre João Mohana

Vida sexual no casamento, Prof. Felipe Aquino

Sede fecundos, Padre Leo

As crises conjugais, Rafael Llano Cifuentes

 

Apostolados

@amorpuro

Fight New Drug

Integrity Restored

 

Cursos

Teen Star (façam! vale muitíssimo a pena!)

 

Sugestões de livros e materiais? Deixe nos comentários!

Letícia B

A partir da necessidade de me aprofundar em assuntos de filosofia, sociologia, antropologia, e da relação destes com virtudes e religião, surgiram alguns textos que humildemente compartilho neste blog

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Já temos 2 comentário(s). DEIXE O SEU :)
Ingrid Queiroz

Ingrid Queiroz

Letícia,que saudade que eu estava dos dos seus textos!
Muito obrigada,eles me ajudam muito na minha caminhada espiritual.
★★★★★DIA 28.01.20 23h19RESPONDER
Letícia B
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Letícia B

Letícia B

Que querida!!! Obrigada! Estamos abertas a sugestões! :) bjs

★★★★★DIA 29.01.20 11h43RESPONDER
N/A
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