Por que os contraceptivos ferem as leis de Deus - Modéstia e Pudor

Por que os contraceptivos ferem as leis de Deus

Por que os contraceptivos ferem as leis de Deus

Deus idealizou para o ato conjugal os significados de união e procriação. E a lei de Deus não tem validade: ela vale também para a sociedade moderna à qual estamos inseridos, que comumente banaliza a doutrina e as leis de Deus.

Mesmo que a sociedade ignore ou banalize as leis de Deus, não é difícil compreender que um casal que vive em reta conduta cristã vivencie em plenitude os significados do ato conjugal inseridos no matrimônio: procriação, porque estão abertos à vida e entenderam que a fecundidade é dom de Deus e vivência colaborativa do poder criador de Deus. Mais ainda, essa vivência do matrimônio em plenitude, que transcende o mero material e o mero viver superficialmente e ausente de sentido, reflete a união do casal.

Por isso, o uso de métodos artificiais de regulação da natalidade vão de encontro com a lei de Deus: quer seja usado antes, durante ou depois do ato conjugal, tornará impossível a procriação; ou seja, contraria a lei de Deus.

Christopher West explica, em seu livro “Good news about sex and marriage”, que os votos do matrimônio são a expressão do amor de Deus. Quando os esposos contrariam estes votos, eles contradizem o verdadeiro significado da vida: o chamado de ser imagem de Deus e amar como Ele ama. O Espírito Santo é sinal da fecundidade do casal durante um ato conjugal. Quando o casal faz uso de contraceptivos, é como se dissessem: "não queremos o Espírito Santo presente enquanto vivo um ato conjugal com meu cônjuge". Quando entendemos o significado sacramental e profético da união sexual, a contradição da contracepção se torna muito clara. O ato conjugal proclama que Deus é o amor que dá a vida. Um ato conjugal intencionalmente esterilizado proclama o oposto: Deus não é o amor que dá a vida. De um ato profético, a união sexual se torna uma blasfêmia através da contracepção.

Nos dias de hoje, o mundo quer muito saber de sexo mas não quer saber de seus significados unitivo e procriativo. Essa banalização do sexo, então, prejudica a imagem deste ato, pois não é mais visto como dom de Deus, descaracterizando os dois significados deste ato. E isso é lógico: sem qualquer risco de procriação, o significado unitivo também é banalizado. Mais ainda: métodos artificiais de controle de natalidade incentivam fortemente a infidelidade conjugal.

É importante ressaltar, no entanto, que “a Igreja, por outro lado, não considera ilícito o recurso aos meios terapêuticos, verdadeiramente necessários para curar doenças do organismo, ainda que daí venha a resultar um impedimento, mesmo previsto, à procriação, desde que tal impedimento não seja, por motivo nenhum, querido diretamente.” Afinal de contas, em outro ponto a encíclica ressalta a inteligência do homem para estudar, criar, descobrir, e trabalhar para o bem do próprio homem; desde que exerçam e vivenciem os frutos desta inteligência com reta conduta cristã.

Equipe Modéstia e Pudor

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