Quando vale a pena esperar (filme Love, Rosie)

Quando vale a pena esperar (filme Love, Rosie)

Por Priscila Horta (membro do grupo Teologia do Corpo Brasília)

Um dia estava em casa, tranquila, e resolvi assistir a um filme mamão com açúcar para dar aquela relaxada depois de um dia cheio. Entrei no NetFlix e me deparei com o filme “Simplesmente Acontece”. A sinopse me interessou e neste momento vou compartilhá-la porque servirá de base para o que quero dizer logo mais: “Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.”

Mesmo em se tratando de um filme secular, quando o assisti, por estar vivendo um momento de vislumbre e estudo do tesouro escondido, a Teologia do Corpo, tive algumas sacadas sobre os impactos da não vivência do amor esponsal dentro de um relacionamento. Assim sendo, esse filme se tornou para mim referência daquilo que não se deve fazer em um relacionamento, ou seja, a Teologia do Corpo não aplicada.

Para não ficar dando muito spoiler e garantir que assistam ao filme com uma visão crítica e cristã até, vou listar algumas percepções que tive e que se fosse na vida real, se aplicadas corretamente, poderiam facilmente permitir o encontro dos mocinhos da história sem tanto sofrimento, como relatado no filme. Para esta breve análise, vou desconsiderar o enredo e todo o drama necessário para tornar a história do filme mais envolvente e vendável, ok?

Vamos lá. Em linhas gerais, há dois aspectos centrais que geraram, a meu ver, a sucessão de desencontros ocorrida ao longo do filme: falhas na comunicação e na espera.

Na comunicação, porque no início do filme há um mal entendido entre eles, que faz com que o rapaz passe a agir durante toda a sua vida com uma visão equivocada sobre o que ocorreu, em vez de simplesmente conversar com a moça a respeito do que estava sentindo depois do ocorrido. Aqui cabe uma ponderação importante: a comunicação eficaz é essencial não só para a relação entre casais, mas para todo tipo de relação interpessoal, seja no ambiente pessoal ou corporativo. De acordo com o PMI (Project Management Institute), a comunicação representa cerca de 90% do tempo do gestor de projetos. Além disso, o Papa Francisco disse, certa vez, que o diálogo é a nova forma de caridade: “através do diálogo, podemos aprender a ver o outro não como uma ameaça, mas como um dom de Deus, que nos interpela e nos pede para ser reconhecido. Dialogar ajuda as pessoas a humanizar as relações e a superar mal-entendidos. Se houvesse mais diálogo – um diálogo real – nas famílias, no ambiente de trabalho, na política, seriam resolvidas mais facilmente muitas questões”. Por fim, dentro do relacionamento entre o casal a comunicação é vital. Há uma citação no livro que narra a história de Enrico e Chiara Petrillo, chamado “Nascemos e jamais morreremos” sobre a importância da comunicação na relação a dois: “Os esposos somente são capazes de doar-se por completo se antes aprenderam a dizer-se tudo, a deixar nu o próprio coração, a fazer o outro entrar em sua própria história e enfrentarem juntos as dificuldades. Trata-se de um esforço a ser realizado desde o tempo do namoro.” No filme, a história dos dois só começa a dar certo quando ambos são verdadeiros, ou seja, colocam-se vulneráveis ao falar o que sentem, cada um a seu modo e no momento que julgou mais oportuno.

Em relação à espera, antes de explicar, vale uma citação de São João Paulo II (SJPII), que me tocou profundamente e tem me ajudado na caminhada desde quando conheci as suas catequeses sobre o amor humano no plano divino: Se eu entender a beleza do esperar, não terei pressa em adiantar os planos de Deus. O filme não cita Deus, mas como sabemos que Ele está em todo lugar (não num sentido panteísta, mas num sentido de que Ele nos cuida), cabe aqui uma licença poética para ajudar na interpretação. Já na sinopse do filme fica claro que os dois nasceram um para o outro:“Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.” O destino aqui seria, para mim, Deus. E assim o farei.

Na sinopse, ainda, é possível identificar que a relação deles, inicialmente, segue as orientações dadas por SJPII para o amor esponsal: “Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo.” Aqui fica clara a presença do “eros” e do “philia” e a convivência saudável entre eles, com confiança mútua, que deveria culminar com o uma só carne, se for da vontade de Deus.

Durante todo o filme há momentos em que ele tem a atitude de procurá-la, estando desimpedido para viver o amor entre eles, ou seja, sem nenhum relacionamento, mas sempre quando isso acontece ela está em um relacionamento e vice-versa. Assim, eles passam o filme todo vivendo relacionamentos não sonhados por Deus para a vida deles. O mais interessante e que me tocou muito foi o fato de ambos se contentarem com menos, no aspecto afetivo.

Por que com menos? Em um dos casos, e o que mais me marcou (talvez por eu ser mulher), foi quando ela aceita estar com um rapaz que nem de perto era o ideal para ela, e ela explicita no filme o motivo pelo qual fez a escolha: não ficar sozinha. Ou seja, ela escolhe um cara não porque ele a complementa, não porque ele foi feito sob medida para ela ou porque tem bons valores ou algo do gênero, mas para suprir uma carência momentânea, ou pior, prestar contas à sociedade. É importante também notar que tudo passa pela nossa escolha, já que o amor é livre, total, fiel e fecundo. O amor é livre e para ser vivido em plenitude e, de acordo com a vontade de Deus, depende de escolha de ambos os lados. Dentro do filme, como já citado, fica fácil perceber que se um dos dois tivesse segurado a onda, sendo mais forte e escolhido esperar pelo outro, teriam o final feliz muito antes do final do filme, hehe.

Ora, Deus é o Senhor de todas as coisas, especialmente do tempo. Para Ele não existe ontem nem amanhã, apenas o hoje e Ele nos conhece a tal ponto de saber o momento certo para cada coisa: “a cada dia basta o seu cuidado” e o que é melhor para cada um de nós. E o melhor aqui, não é o melhor utópico, sem sofrimento, de contos de fadas ou de comerciais de margarina, mas um amor real, um amor cruz, em que duas pessoas imperfeitas e cheias de virtudes e mazelas se unem para mirar o céu e são perfeitas uma para a outra. E nada além disso. A nós cabe esperar, confiar em Deus e nos seus desígnios para nossa vida e agir conforme Sua vontade.

Deus é essencial nesse caminho de espera. E por mais que nos esforcemos, não há receita pronta sobre como viver essa espera de forma totalmente branda até porque, bem sabemos, “não é bom que o homem esteja só” e nossa ânsia em encontrar a nossa vocação, antes mesmo de encontrar o nosso José ou nossa Maria, é algo que clama no nosso coração desde quando nascemos, permanece conosco durante toda a nossa existência e vai se clarificando conforme vamos nos tornando íntimos de Deus. E como fazê-lo? Elevando para Deus toda a nossa história, sonhos e anseios, participando dos sacramentos, amando o Amor perfeito e se deixando enamorar por Ele, a cada dia.

Em algumas catequeses, SJPII faz uma análise profunda sobre o que São Paulo diz quando afirma que quem escolhe o matrimônio faz bem, mas quem escolhe a continência voluntária faz melhor. Ao solteiro, como diz na carta aos coríntios, cabe cuidar de como agradar ao Senhor. Dessa forma, enquanto essa vocação não se confirma efetivamente em um relacionamento ou em um caminho vocacional dentro do celibato, cabe vivermos o hoje totalmente dedicados a atender à vontade de Deus para nossas vidas e fazendo valer o “buscai primeiro o reino de Deus e tudo o mais vos será acrescentado”, com mesma a convicção revelada para a serva de Deus, Chiara Petrillo, por seu diretor espiritual: “A porta que Deus abre ninguém fecha e a porta que Deus fecha ninguém abre”.

Vamos viver as esperas dessa vida com a certeza de que Deus é perfeito em tudo que faz e que cuida de cada detalhe. Na nossa Igreja temos referências de homens e mulheres que devemos nos espelhar em tudo, em especial na espera. A nós, mulheres, nada melhor do que olhar para Aquela que deu seu sim convicto à vontade de Deus e a viveu em plenitude, um dia de cada vez: Nossa Senhora. Aos homens, um bom exemplo depois de Jesus Cristo e mirando o relacionamento afetivo, seria o São José, homem justo, humilde e reto, que soube compreender e obedecer em plenitude a vontade de Deus para sua vida mesmo em meio a tantos desafios.

Equipe Modéstia e Pudor

Textos coletivos ou de autoria de outras pessoas que não são diretamente colaboradoras do blog

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Renato Guimarães

Renato Guimarães

Olá.

O texto está bem feito, mas a verdade deve ser dita com caridade porém, a caridade não deve omitir a verdade. Logo, não faz sentido algum inserir tamanha fundamentação que é uma inspiração Divina ao Santo Papa João Paulo II e os conselhos santos de Deus a ele e por outro lado, usar como cenário, a indicação de um filme secular que aonde, está contido cenas bastante inapropriadas, com atentados ao pudor e em nada terá a contribuir para quem de fato, anseia, reza, espera e busca viver o tempo da graça em Deus, na luta contra o pecado, na preservação da castidade física, mental e espiritual. Deixarei como prática da verdade e da caridade a indicação do curso que é gratuito, de Pornografia e Masturbação do Pe.Paulo Ricardo, encontraram no site dele (íntegra 4 aulas em média 1h/cada). Lá, ele relata bem as mazelas bem utilizadas por satanás e nossa concupiscência, com os danos na alma aos que se permitirem assistir, ler, olhar, vestir, pesquisar, besbilhotar, etc esse tipo de material (como o que vocês no site e facebook-retirado* estão indicando). O céu é para os violentos, que ousam com coragem romper com "mentiras - vestidas de falsas verdades" logo não faz sentido algum, aos que buscam em tudo agradar a Deus e ainda assim, precisam de válvulas de escape para nutrir a mente com coisas, atos e costumes que em nada vêm de Deus, mas do mundo. Certamente, existe filmes muito melhores para se basear na resenha apontada acima, que por si só, nem precisa de filme, pois só a vida do autor e seus ensinamentos por si só, já diz muito. A resenha usa a trama de moral pelo uso do estudo e legado de São João Paulo II, mas se bem analisado pela autora isso, não foi bem sábio a indicação que é imoral, pois se o fosse não teria sido excluído do facebook apenas, e sim em reparação analisado, retificado e ajustado com outra indicação. O que é mais fácil, pedir desculpas, retificar e reparar a discrepância? Ou excluir os comentário, bem como com a publicação e críticas de quem tentou assistir e viu a imoralidade, se manifestou e teve uma respostinha fajuta e em seguida, por medo de assumir o ônus da responsabilidade, do erro assim o prosseguiu deletando? Pois, é infelizmente assumiram a segunda opção. Só, para encerrar alerto-vos: Não tem como dar certo uma coisa que começa errado logo, até para assistir, fazer resenha, elaborar qualquer tarefa cotidiana em nossas vidas, é necessário pedir muito a Sabedoria a Deus, podem estudar a carta de São Thiago 1 e viram os conselhos deste Santo sobre a importância desse aspecto, além da aula do Pe.Paulo Ricardo e com certeza, pensaram mil vezes, antes de indicar ou dizer que pornografia/imoralidade é para quem está com algum problema na espiritualidade como disseram ontem, as jovens profetas ontem, no facebook. Não, foi a toa que Nosso Senhor Jesus Cristo nos aconselhou:"vigiai e orai" é um conselho, vestido de alerta.Saudações e uma Quaresma cheia de frutos da verdade que só vêm do coração de Deus. São os meus sinceros votos à todas em especial, a criadora desta resenha.Salve Virgem Maria...Salve!
★★★★★DIA 22.02.18 08h48RESPONDER
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Renato Guimarães

Renato Guimarães

Olá.

O texto está bem feito, mas a verdade deve ser dita com caridade porém, a caridade não deve omitir a verdade. Logo, não faz sentido algum inserir tamanha fundamentação que é uma inspiração Divina ao Santo Papa João Paulo II e os conselhos santos de Deus a ele e por outro lado, usar como cenário, a indicação de um filme secular que aonde, está contido cenas bastante inapropriadas, com atentados ao pudor e em nada terá a contribuir para quem de fato, anseia, reza, espera e busca viver o tempo da graça em Deus, na luta contra o pecado, na preservação da castidade física, mental e espiritual. Deixarei como prática da verdade e da caridade a indicação do curso que é gratuito, de Pornografia e Masturbação do Pe.Paulo Ricardo, encontraram no site dele (íntegra 4 aulas em média 1h/cada). Lá, ele relata bem as mazelas bem utilizadas por satanás e nossa concupiscência, com os danos na alma aos que se permitirem assistir, ler, olhar, vestir, pesquisar, besbilhotar, etc esse tipo de material (como o que vocês no site e facebook-retirado* estão indicando). O céu é para os violentos, que ousam com coragem romper com "mentiras - vestidas de falsas verdades" logo não faz sentido algum, aos que buscam em tudo agradar a Deus e ainda assim, precisam de válvulas de escape para nutrir a mente com coisas, atos e costumes que em nada vêm de Deus, mas do mundo. Certamente, existe filmes muito melhores para se basear na resenha apontada acima, que por si só, nem precisa de filme, pois só a vida do autor e seus ensinamentos por si só, já diz muito. A resenha usa a trama de moral pelo uso do estudo e legado de São João Paulo II, mas se bem analisado pela autora isso, não foi bem sábio a indicação que é imoral, pois se o fosse não teria sido excluído do facebook apenas, e sim em reparação analisado, retificado e ajustado com outra indicação. O que é mais fácil, pedir desculpas, retificar e reparar a discrepância? Ou excluir os comentário, bem como com a publicação e críticas de quem tentou assistir e viu a imoralidade, se manifestou e teve uma respostinha fajuta e em seguida, por medo de assumir o ônus da responsabilidade, do erro assim o prosseguiu deletando? Pois, é infelizmente assumiram a segunda opção. Só, para encerrar alerto-vos: Não tem como dar certo uma coisa que começa errado logo, até para assistir, fazer resenha, elaborar qualquer tarefa cotidiana em nossas vidas, é necessário pedir muito a Sabedoria a Deus, podem estudar a carta de São Thiago 1 e viram os conselhos deste Santo sobre a importância desse aspecto, além da aula do Pe.Paulo Ricardo e com certeza, pensaram mil vezes, antes de indicar ou dizer que pornografia/imoralidade é para quem está com algum problema na espiritualidade como disseram ontem, as jovens profetas ontem, no facebook. Não, foi a toa que Nosso Senhor Jesus Cristo nos aconselhou:"vigiai e orai" é um conselho, vestido de alerta.Saudações e uma Quaresma cheia de frutos da verdade que só vêm do coração de Deus. São os meus sinceros votos à todas em especial, a criadora desta resenha.Salve Virgem Maria...Salve!
★☆☆☆☆DIA 22.02.18 08h34RESPONDER
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Jaqueline A Rodrigues

Jaqueline A Rodrigues

Gostei bastante da resenha, da ótica utilizada.
Porém, não teve "spoiler" e isso, me faz tomar a decisão de não assistir, pelo fato de supostamente conforme, inclusive comentário de um jovem no face, que assistiu contém, cenas que ferem a moral logo, não assistirei. Porém, gostei da resenha no geral em especial, do aspecto, de eles serem amigos e se conhecerem a muitos anos e dessa amizade ter nutrido um amor verdadeiro apesar, das escolhas erradas na caminhada. Me fez fazer memória eu e meu esposo, que fomos amigos, depois rezamos e fomos acompanhados por um diretor espiritual no decorrer de 8 meses até, a confirmação e aí, sim iniciamos a nossa caminhada como namorados, noivos e agora, cônjuges. E o mais maravilhoso em toda a trajetória, foi a constante e bondosa presença do Bom Deus em tudo isso e é Ele que nos sustentado até, os dias de hoje e assim, creio que será até, o último sim. Paz e Bem. Santa Quaresma.
★★★★★DIA 21.02.18 08h42RESPONDER
Renato Guimarães
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Renato Guimarães

Renato Guimarães

Olá.

O texto está bem feito, mas a verdade deve ser dita com caridade porém, a caridade não deve omitir a verdade. Logo, não faz sentido algum inserir tamanha fundamentação que é uma inspiração Divina ao Santo Papa João Paulo II e os conselhos santos de Deus a ele e por outro lado, usar como cenário, a indicação de um filme secular que aonde, está contido cenas bastante inapropriadas, com atentados ao pudor e em nada terá a contribuir para quem de fato, anseia, reza, espera e busca viver o tempo da graça em Deus, na luta contra o pecado, na preservação da castidade física, mental e espiritual. Deixarei como prática da verdade e da caridade a indicação do curso que é gratuito, de Pornografia e Masturbação do Pe.Paulo Ricardo, encontraram no site dele (íntegra 4 aulas em média 1h/cada). Lá, ele relata bem as mazelas bem utilizadas por satanás e nossa concupiscência, com os danos na alma aos que se permitirem assistir, ler, olhar, vestir, pesquisar, besbilhotar, etc esse tipo de material (como o que vocês no site e facebook-retirado* estão indicando). O céu é para os violentos, que ousam com coragem romper com "mentiras - vestidas de falsas verdades" logo não faz sentido algum, aos que buscam em tudo agradar a Deus e ainda assim, precisam de válvulas de escape para nutrir a mente com coisas, atos e costumes que em nada vêm de Deus, mas do mundo. Certamente, existe filmes muito melhores para se basear na resenha apontada acima, que por si só, nem precisa de filme, pois só a vida do autor e seus ensinamentos por si só, já diz muito. A resenha usa a trama de moral pelo uso do estudo e legado de São João Paulo II, mas se bem analisado pela autora isso, não foi bem sábio a indicação que é imoral, pois se o fosse não teria sido excluído do facebook apenas, e sim em reparação analisado, retificado e ajustado com outra indicação. O que é mais fácil, pedir desculpas, retificar e reparar a discrepância? Ou excluir os comentário, bem como com a publicação e críticas de quem tentou assistir e viu a imoralidade, se manifestou e teve uma respostinha fajuta e em seguida, por medo de assumir o ônus da responsabilidade, do erro assim o prosseguiu deletando? Pois, é infelizmente assumiram a segunda opção. Só, para encerrar alerto-vos: Não tem como dar certo uma coisa que começa errado logo, até para assistir, fazer resenha, elaborar qualquer tarefa cotidiana em nossas vidas, é necessário pedir muito a Sabedoria a Deus, podem estudar a carta de São Thiago 1 e viram os conselhos deste Santo sobre a importância desse aspecto, além da aula do Pe.Paulo Ricardo e com certeza, pensaram mil vezes, antes de indicar ou dizer que pornografia/imoralidade é para quem está com algum problema na espiritualidade como disseram ontem, as jovens profetas ontem, no facebook. Não, foi a toa que Nosso Senhor Jesus Cristo nos aconselhou:"vigiai e orai" é um conselho, vestido de alerta.Saudações e uma Quaresma cheia de frutos da verdade que só vêm do coração de Deus. São os meus sinceros votos à todas em especial, a criadora desta resenha.Salve Virgem Maria...Salve!
★★★★★DIA 22.02.18 08h49RESPONDER
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Renato Guimarães

Renato Guimarães

São poucos que tem essa lucidez e autenticidade, Jaqueline. Estamos juntos
★★★★★DIA 22.02.18 09h06RESPONDER
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Letícia B

Letícia B

Olá, Jaqueline e Renato! Tudo bem?


 


Eu não escrevi o texto, mas sou colaboradora do blog, por isso me sinto no direito de responder o comentário de vocês hehe


Em primeiro lugar, o post foi retirado do facebook para não gerar polêmicas que não conseguiríamos responder no espaço tão limitado que é a rede social.


Sobre o texto e a questão do filme: a autora quis olhar um relacionamento do mundo, normal para 90% das pessoas, sob uma ótica católica. Ela quis mostrar que quando as coisas são feitas de maneira ordenada, de acordo com os planos de Deus, tudo dá sempre certo. O que acontece é que a maioria das pessoas prefere fazer as coisas de acordo com a própria vontade, não seguindo nenhuma moral, e aí vemos muitos corações feridos e relacionamentos quebrados. O filme serve para ilustrar isso. É um contraponto ao que ensina S. JPII!


Renato, vamos ser sinceros, este filme está bem longe de ser considerado pornografia. O curso do Padre Paulo não tem nada a ver com filmes deste tipo. O que foi colocado no comentário do facebook - e reafirmo aqui - é que, embora o filme contenha cenas imorais, não é por causa disso que ele pode ser considerado um lixo. Pode ser que algumas pessoas mais sensíveis não devam assisti-lo, mas é errado rotularmos o filme de “imoral” e proibir 100% dos católicos de vê-lo. Muitos podem assisti-lo com a mesma visão da autora deste texto: vendo o que há de errado e o que poderia ser melhor.


Muitas vezes o que assistimos precisa ser olhado por olhos cristãos. É claro que há coisas explicitamente imorais e que não devemos assistir sob hipótese alguma (por exemplo, a trilogia Cinquenta Tons de Cinza e conteúdos do tipo). Porém, nem sempre os filmes seculares são péssimos. Muitos filmes de romance, como este citado no texto, servem para termos uma ideia de como está o mundo hoje. Não adianta dizer: “ah, mas eu sei como o mundo está”. Será que temos amigos que não tem religião, que não tem a mesma formação que a gente, e pensam assim? Já conseguimos dar bons conselhos a eles? Sermos acolhedores? Temos caridade com quem não segue a mesma moral que a nossa?


Neste sentido, indico este texto que escrevi certa vez:


https://www.modestiaepudor.com/artigo/porque-me-tornei-uma-catolica-nao-confessional


Sempre que eu vejo um filme deste tipo ele serve para eu conseguir me colocar (ao menos um pouco) no lugar dos meus amigos que não tem a mesma formação que eu e que agem de maneira parecida. Isso me ajuda a entende-los e não julgá-los, e a pensar em argumentos que possam leva-los caridosamente para a Verdade.


É isto, espero que reconsiderem o que foi publicado aqui.


Abraços!

★★★★★DIA 22.02.18 19h50RESPONDER
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Jaqueline A Rodrigues

Jaqueline A Rodrigues

Olá, Letícia. Boa tarde, tudo bem? Faço votos de que sim. Aqui está tudo ótimo, grata. Bom vamos lá...Vi que você se pronunciou no direito por ser colaboradora do blog quanto, a resenha de outra colaboradora e nosssa manifestação então, vou aqui me manifestar diante de sua resposta,também.Ok? Sobre a retirada do post da rede social, não entendi o porque, do receio em polêmicas, já que vi que você defende em sua resposta de que o filme é um contraponto do que ensina São João Paulo II.Só, acrescento que a divergência de opinião faz parte, para quem deseja escrever e defender um ponto de vista em um blog, jornal, mídias, etc e isso, deve ser uma clara consciência de quem escreve, de que a divergência faz parte pois, cada um é único e tem uma maneira de analisar, indagar, questionar, embasar e fundamentar diferente, também.Certamente, quem não tem essa consciência sofre mais, pois nem sempre seus fundamentos serão acatados com primor e conformidade, muito pelo contrário:a troca de idéias, questionamentos, divergências deveriam ser seus nortes na busca pela verdade, pela melhora e principalmente, se tratando de um blog cristão deveria na incessante busca de fazer o mais perfeito possível e para maior honra e glória de Deus,inclusive, as critícas, elogios, bonus e onus. Sobre o posicionamento do Renato,ele não alega que o filme é pornográfico e sim faz uma indicação de um curso de Pornografia e Masturbação, que nada mais é que uma formação aonde, o Pe.Paulo Ricardo abrange ao longo do curso, sob a importância de guardarmos a nossa castidade de forma efetiva e isso, se dá desde os locais que frequentamos, músicas que ouvimos, leituras que fazemos, conversas que participamos, pautas que defendemos e indicamos e na escolha do que assistimos. Além, de ambas as situações serem pecados graves que ferem diretamente, a castidade conforme, o CIC 2352 e 2354.Ambas, situações são consideradas de forma objetiva, em doenças que mancham a alma, adoecem o corpo com a dependência (semelhante as drogas) entre outras danosas lesões no ser que a prática.Sem entrar no mérito, subjetivo da diminuição da contrição e da efetiva escravidão. A indicação é sobre o ato de guardar/proteger a castidade, como virtude e raça de Deus que aqui, fez a indicação do curso e não para afirmar que o filme é pornográfico. Inclusive, um outro jovem, lá no facebook* (homem por sinal muito corajos) o tentou seguir a indicação da autora da resenha, mas me afirmou que fere sim a alma pois, não conseguiu assistir nem ao menos 5 minutos iniciais logo, eu mesmo sem assistir, sem os "spoiler" que a autora da resenha omitiu, bem como a resposta que lá inseriram, que para mim foi bem "fajuta" e com exclusão dos nossos diálogos no facebook, deixa-me claro, que contém sim cenas indevidas e só, por isso, já nos dá a razões para ratificar a informação do rapaz. Aonde, acredito, não ter sido sábio a associação e indicação de um filme com cenas imorais e assim, como você sentiu no direito de responder o trabalho de outra autora, eu me sinto no dever de anunciar, que não concordo, pelo fato, de ter a graça e firme decisão de ser cristã, mas antes disso, de ser um ser humano inacabado, que não me preocupa o trabalho de vocês na busca pela evangelização, mas sim pela fonte de filme indicada na resenha. Afinal, se é preciso que "passe para frente o filme" confrme, responderam no facebook, para compreender a associação, que a autora da resenha pretendeu abordar, já fica claro que não é um conteúdo integral no quesito moral ou seja, não é algo, que seja possível, assistir (em família, com crianças, com namorado, esposo) sem receios das cenas indevidas. Só por isso não faz sentido indicar. Vale destacar, que não faz sentido aqui, nesse blog, em outros seculares sem problema algum. Eles não falam em nome de Cristo e nem representam a Esposa de Cristo, logo ser secular para eles é natural. É o nicho deles, representar a realidade do mundo, para difundir mais e mais a sua relativização e naturalidade, em propagar o pecado e ferir os corações de Deus e capturar as almas. Outro ponto, que merece destaque é essa descrição "Pode ser que algumas pessoas mais sensíveis não devam assisti-lo, mas é errado rotularmos o filme de “imoral” e proibir 100% dos católicos de vê-lo". Primeiro, que não proibimos nada, como escrevi também, lá no face que foi deletado, cada um é livre e essa liberdade não cabe, a prisão de ninguém. Exceto, a nós mesmos quando, ao invés de fazer bom uso de nossa liberdade, escolhemos a prisão e opção pela vida no pecado. O próprio Jesus nos libertou por amor, em sua bendita Cruz e foi um preço muito alto, então, seria muita pretensão acreditar que alguém, seria capaz de proibir 100% de um grupo seja, ele qual for de fazer algo, ou não fazer algo. Segundo, você afirma, que é errado rotular o filme de "imoral", mas então o correto seria rotularmos ele de que, então? De moral? O mundo contemporâneo tem sido assolado por um dos maiores males que se chama, relativismo associano ao paganismo cada dia maior e pior. As pessoas, chegaram ao ponto ou melhor, ao cúmulo de acreditar, que nõ mundo não existe mais certo, bem como não existe mais errado porém, não são capazes de assumir as consequências de quando erram, querem apenas, de seus acertos. Se ele, não contivesse cenas impróprias, que podem sim conduzir almas, a desejarem e o pior não é isso, afinal, o desejo é ótimo, é excelente...o próprio Criador nos fez com desejos e eles são lindos e maravilhosos se vividos no tempo e na vontade de Deus, seja no estado de solteiro/leigo, matrimônio, no celibato, no sacerdócio, na vida consagrada, ou no estado de vida de cada um. A questão aqui, é que muitos não param em seus desejos, mas segue muito além. Começa, com um filme, depois pode unir-se a carência, em seguida a escolhas erradas seja, na internet e segue se afundando em erros, pela abertura de uma janela killer que foi acionada, aonde, poderia ser ao contrário se tivesse sido despertado nessa alma uma janela light como por exemplo, um filme de fundo de uma história desafiadora, de luta, de mortificação, de espera, de guarda, de castidade, de zelo, de amor, de oração e superação como por exemplo, Diário de uma Paixão;Um amor para recordar; Até o último homem; Santa Maria Goretti; ou entre tantos outros que existem, seculares e de santos que por amor se guardaram pelo amor e por amor a Cristo. Você escreveu:"Porém, nem sempre os filmes seculares são péssimos", não escrevi e nem penso isso. Inclusive, em nosso lar assistimos sempre que o tempo nos concede a oportunidade de lazer e nós assistismo.Muito me aprecia diversos clássicos e ótimo seculares bem feitos em sua integralidade. Não há, diferença dos 50 tons de conza para esse no quesito imoral exceto, o enredo, personagens, contexto, lugar e maneira de narrar. Sobre suas questões se temos amigos sem religião, se damos bons exemplos, sobre a realidade do mundo e a resposta as indagações, é sim. Vivo no mundo, não sou alienada a ele, todos os dias é ele que me desafia a procurar ser melhor, suga as energias e forças na luta por tentar fazer o que é certo e não o mais fácil.Tenho amigos e familiares ateus e de outras denominações, em nossa família tem homossexuais, dependentes de drogas e álcool, amaziados e eu não me relaciono apenas, com católicos até,porque o Bom Deus, que é o meu Oleiro, cuida desse Vaso de Argila aqui, mas que inúmeras vezes já caiu e quebrou então, bem sei o material que sou feita e sei que não sou melhor que ninguém e o seu Amor, é para que eu ame os meus e os dEle que me for confiado, só assim minha vida e vocação terá sentido e real função, que é ser molde para outros vasos quebrados, terem a chance de conhecer o caminho do Oleiro e reconstruirem de fato, em um "Vaso Novo", mesmo no mundo velho. Aqui, onde vivo ganha-se amigos, perde-se alguns para a morte física outros, para a morte espiritual. Dentro de minha família existe um universo inteiro aliás, como bem diz São João Paulo II ainda, quando era cardeal no seu livro amor e responsabilidade: "cada ser humano é um mistério e um universo ao mesmo tempo a ser desvendado. E essa força que está dentro de nós que devemos canalizar para amar como Deus ama". Não é fácil, viver esse desafio e eu li o texto que você indicou e respeito a sua escolha passada e presente como cristã. Se isso, te faz amar mais, é este o caminho. Só, quem ama sofre e só quem sofre por amor se santifica. Certamente, o escrupulo é um dos males que afasta muitos da Santa Mãe a Igreja, pelo excesso de moralidade, discussões e escassez de amabilidade. Porém,como bem diz o Pe.Paulo Ricardo a falta de testemunho e de uma vida coerente na verdade perde ainda mais almas e priva de muitos homens e mulheres abraçarem o desafio da cruz em busca de santidade, em troca do famoso foge da dor, busca o prazer". Só, o espiríto Santo pode nos conceder o autêntico discernimento da verdade e da vida com sabedoria.Uma vez mais ouso, humildemente prosseguir que sem dúvida, foi infeliz a escolha do filme, que tem sim muitos filmes seculares excelentes e que a indicação não foi sábia, pelas questões acima defendidas inclusive, as deletadas no facebook. De modo, especial a virtude da pureza, da castidade e da porta de entrada que é olhar, a mente e as emoções (sentimentos), que é a porta de entrada que combate muitos outros, males do castelo interior cuja, morada é de Deus. Que São Luis e Santa Zélia, roguem por nós em especial nesse Ano dos Leigos, na busca pelo céu, que deve ser como foi para eles aqui, na terra amor e cruz. Pois, o caminho, a verdade e a vida sempre, será o mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor e seus Divinos conselhos de amor à nós pecadores. Um Abraço fraterno. Te encontro no altar lá, é nosso lugar.

★★★★★DIA 23.02.18 17h19RESPONDER
Renato Guimarães
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Renato Guimarães

Renato Guimarães

Em conformidade as sua explanação, me uno a ti, Jaqueline. E sem mais, tudo está com muita clareza bem pontuado, indagado e respondido e até, mesmo esclarecido que nossa pretensão foi e é, em prestar um serviço a alma, que só quem bem entende é a teologia, a filosofia, o Bom Deus e os que se permitem a Ele libertar na graça e na ascese contínua pela fonte.Na busca de preservá-la e sem reservas anunciar a Boa Nova dAquele que tudo fez por nós e faz toda renuncia ser nada diante, de tamanha bondade, amor e grandeza. Bem como diz o Papa Emérito Bento XVI: "Deus não nos tira nada, mas ao contrário, nos dá tudo". Se Ele nada nos tira muita pretensão seria a nossa de querer tirar algo, de 100% dos cristãos, ou pior ainda, querer apresentar Deus a eles goela abaixo. Todos somos livres, pois como bem apresentou a Jaqueline isso, custou um preço um tanto quanto, alto pelo erro de nossos primeiros pais, cabe a nós escolhermos e arcarmos com as consequências de nossas escolhas. Agora, apresentar uma imoralidade, como sendo moral é que não vou mesmo compactuar. Inclusive, sugiro a aula que Jaqueline também, apresentou no face:O pecador, o mundano e o santo do Pe,Paulo Ricardo e a leitura de todos os seguidores dos ensinamentos de São João Paulo II acerca, da Teologia do Corpo, assim sendo não mais precisará olhar o que deu errado, o que é imoral e nem o que fere a alma, mas poderão dar passos firmes e largos a Deus, que reserva e sempre tem o melhor para cada um de nós, sem nada nos retirar, mas como bem disse Bento XVI nos dá TUDO, pois Ele é o próprio tudo.Logo, não faz sentido nos darmos pela metade, nem termos reservas de anunciar com a nossa vida, que a Ele servimos e seguimos, pois nem na manjedoura e nem nu na Cruz Ele não se envergonhou de demonstrar o seu amor para nos amar, resgatar, salvar, purificar e santificar. E sem dúvida, que compreende esse mistério, não teme anunciá-lo com sua vida mergulhada no amor e na misericórdia e no perdão. Espero, que tanto a colaboradora que escreveu como a que é autora da resenha, também. Santa Quaresma
★★★★★DIA 27.02.18 14h11RESPONDER
N/A
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Carol Aparecida

Carol Aparecida

Gostei muito da reflexão acerca do filme. Eu assisti e gostei bastante dele. Sua reflexão ultrapassou o filme e nos levou a pensar em nossa vida também, muito obrigada. Deixo como sujestão um filme que saiu recentemente na Netflix "Quando nos conhecemos". Eu percebi alguns pontos de lições de relacionamentos que se encaixa numa perspectiva cristã como não sair da vontade de Deus, não apressar as coisas, não fugir de sua essência... Seria legal você fazer reflexões assim sobre outros filme, você escreve muito bem e sempre estamos procurando indicações e como elevar sempre nosso pensamento a Deus, inclusive nos momentos de lazer. Mais uma vez obrigada!
★★★★★DIA 18.02.18 12h41RESPONDER
Dayane Negreiros, Luiza Miranda
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Paloma de Sá

Paloma de Sá

Olá boa tarde, poderia me indicar alguns livros para iniciar essa caminhada. Do esperar ou encontrar a vocação?
★★★★★DIA 17.02.18 13h27RESPONDER
Dayane Negreiros
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Dayane Negreiros

Dayane Negreiros

Olá, Paloma!


Obrigada pelo comentário. Paloma, em primeiro lugar, recomendo buscar um diretor espiritual, que pode te oferecer grande ajuda nesse caminho. Além disso, recomendo o estudo das catequeses da Teologia do Corpo, de São João Paulo II. Há vários livros que podem te ajudar também, como o Teologia do Corpo para principiantes, do Christopher West, os livros do Jason Evert (há inclusive em pdf disponíveis na internte). A editora Canção Nova também tem bons livros de formação nesse sentido, entre eles o "Chamados ao amor. A teologia do corpo segundo João Paulo II" etc. Procura lá. Não vai se arrepender. Indico também o livro "O Namoro cristão", do padre Thomas G. Morrow; os livros de uma autora chamada Jo Croissant; o livro "Três para casar", de Fulton Sheen; o livro "O matrimônio cristão", do padre Matheus Pigozzo, entre outros. Não posso deixar de recomendar a leitura do Catecismo da Igreja Católica. 


Deus a conduza nessa caminhada. Um abraço.

★★★★★DIA 18.02.18 13h32RESPONDER
Letícia B
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